terça-feira, 8 de abril de 2003

Search.yahoo.com

Apontem seus browsers para http://search.yahoo.com. O melhor portal da Internet deu uma revisitada nos tempos da simplicidade e otimizou seu search engine. A integração entre as buscas (busca ‘web’, busca nos diretórios, busca por imagens, yellow pages etc.) está bem mais evidente. Com certeza houve também um trabalho de otimização do algorítmo de busca, mas isso eu não tenho como verificar. ;-)

Uma funcionalidade bem legal é a correção ortográfica. Ao colocar uma palavra que seja semelhante a outra (por exemplo, “flash tatoo” seria na verdade “flash tattoo”), o sistema reconhece e te pergunta se não o termo correto não seria o outro. Uma funcionalidade antiga até, mas que até hoje eu não tinha visto bem trabalhada na tela.

Pra quem curte esse tipo de coisa – geeks only, I presume – vale uma navegada com calma. Tem uma série de pequenas novidades que tornaram o produto bem mais azeitado do que a versão que está no ar atualmente.

O mais legal é ver a volta de foco no que foi o embrião do Yahoo, a busca. Nada como a concorrência (leia-se Google) para botar pressão no desenvolvimento…

Dica do Tristão!

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2003

Marcas famosas para download

O site Best Brands of the World tem uma inúmeros logotipos de marcas conhecidas disponíveis para download, em formato vetorial. Pra quem curte, como eu, é um prato cheio. Lá você encontra coisas incríveis como toda a evolução do símbolo da Shell. Veja só:

evolução do símbolo da Shell

Essas e muitas outras marcas estão prontinhas pra baixar…agora, tem que dar uma olhada criteriosa, porque algumas são sofríveis! A da Rede Globo por exemplo é uma coisa horrorosa!

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2003

Roupa invisível

Quem viu o filme do 007 mais recente deve estar lembrado do ‘carro invisível’.

O conceito do carro é que ele “simulava” o efeito de invisibilidade capturando imagens externas e projetando-as na superfície do carro.

Pois o mesmo conceito está sendo aplicado na vida real!
Veja:

foto de Shizuo Kambayashi/AE

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2003

Quem é o terrorista, afinal?

all you need is love

Segue trecho sobre a próxima guerra, que recebi por email.
Reluto em chamar aquilo de guerra, como os meios de comunicação insistem, pois lançar 3.000 bombas, com 700 mísseis, em 2 dias, como o Eixo do Bem promete, e os próprios atacantes admitindo 100.000 baixas civís iraqueanas (já a ONU prevê milhões de mortos e mutilados, por bombardeios, doenças, fome, epidemias, enorme devastação de infra-estrutura, destruição dos sistemas de abastecimento de água, de geração de energia, de estradas etc.), sobre um povo já em más condições devido aos embargos e sem meios para se defender de tal ataque, não pode ser chamado de guerra (este termo pressupõe relativa igualdade de meios e ações).

Lendo o artigo, percebe-se a falsidade dos outros motivos imaginados pela dupla doida, que artigos da Folha de S.Paulo têm desmascarado: derrubada de um ditador (E os inúmeros outros governos ditatoriais apoiados pelos EUA? O Saddan era bonzinho quando os EUA lhe deram armas, convencionais e não convencionais?); libertação dos povos oprimidos (!!!); existência de armas não convencionais (Se os EUA tem informações e os inspetores estão lá há meses revirando tudo, por que não descobrem nada?); colaboração com o Bin Ladem (Essa é a mais maluca, pois os dois são inimigos declarados); implantação de governos democráticos (Por que o Kuwait, após a “libertação” não virou uma democracia?) etc., etc.. Na realidade, todos os governos dos EUA derrubaram governos legítimos e implantaram ditaduras quando isto lhes convinha. A exceção recente foi o governo Carter, merecedor do prêmio Nobel que recebeu.

Tinha razão o diplomata iraqueano na ONU, quando disse, há tempo, que todos os atos dos EUA eram cortina de fumaça: o motivo principal do ataque, que viria de qualquer jeito, era o controle da produção petrolífera mundial, e como subprodutos, os bons negócios (do petróleo e da reconstrução do que eles destruirem), a ocupação militar por muito tempo da região, a implantação de um império mundial, os lucros da indústria armamentista, o cerco dos países produtores de petróleo. Não por acaso, os componentes do governo Bush, ele incluído, foram funcionários de grandes firmas petrolíferas. Como saiu na Folha: ‘O azar do Saddan é estar sentado sobre a segunda reserva mundial de petróleo. Se o Iraque produzisse couves-flores, ele podia ser o maior tirano do mundo que os EUA não fariam nenhuma objeção’.

O texto é de Walter Del Picchia, engenheiro eletrônico e professor titular da Politécnica da USP. A indignação é de todos nós, com mais essa guerra pilotada pelos EUA.

Depois não sabem porque são alvo de terroristas. Quem é o terrorista afinal?

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2003

Quem disse que no Brasil não se faz tipografia?

Quem disse que no Brasil não se faz tipografia tá mal informado…saca aí uma lista de designers brasileiros que se aventuraram no difícil ofício de tipografia.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2003

User Interface Design para mictório

Essa é genial. No aeroporto Schiphol, em Amsterdam, foram impressas pequenas moscas nos mictórios do banheiro masculino. A simples presença do inseto fez com que diminuisse sensivelmente a sujeira no entorno. Uma sutileza incrível, de uma simplicidade irritante. Afinal, poucos resistiriam a essa pequena maldade, de urinar em cima de uma mosca, esse inseto indesejável.

mosca

Veja a história aqui.

UPDATE: William, nosso informante nas terras nórdicas, manda avisar: essa mosquinha é utilizada em várias cidades da Holanda. Em uma terra na qual o consumo de drogas é liberado, esse artifício é mais do que necessário para garantir a higiene dos banheiros!

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sábado, 11 de janeiro de 2003

The Star Wars Holiday Special

Há muitos verões atrás, nas célebres noites de natal na casa de meus avós na Tijuca, assisti a um filme curioso, no qual os principais personagens eram Wookies. Sim, isso mesmo, um bando de Chewbaccas saracoteavam pela tela.

Cresci e nunca cheguei a entender que diabos eu tinha visto na TV. Era um filme da trilogia? Um trecho que foi cortado? Um especial? Uma série de TV com os personagens? Fato é que o negócio ficou tão mal explicado que por vezes eu duvidei de minhas memórias – que nunca foram muito boas…costumo dizer que só tenho processador, não tenho memória.

Pois então, navegando pela web dei de cara com uma matéria da Play que, ao esculhambar o merchandising sanguessuga em torno de Guerra nas Estrelas, desvendou o mistério. Leia o trecho abaixo:

Nada disso, porém, supera The Star Wars Holiday Special, o programa de TV de 1978 que George Lucas quer esquecer. Feito com um orçamento baixíssimo, mostra a mulher e os dois filhos (!) de Chewbacca enquanto eles o esperam para as comemorações de um tal Dia da Vida, feriado do planeta wookie que se assemelha ao Natal dos terráqueos. Não existe roteiro, e as cenas da família de Chewbacca são costuradas por um desenho animado (que mostra a primeira aparição do caçador de recompensas Boba Fett), imagens não-aproveitadas de Guerra nas Estrelas e um número musical com o horrendo Jefferson Starship.

A parte mais triste é uma participação totalmente descabida de Carrie Fischer. Caracterizada como Princesa Leia, a atriz tenta cantar o tema de Guerra nas Estrelas na atuação mais constrangedora de sua carreira. Anos mais tarde, George Lucas declarou que se tivesse um martelo e tempo suficiente quebraria todas as cópias piratas de The Star Wars Holiday Special. Está explicado o porquê do programa jamais ter sido reprisado ou lançado em vídeo. Melhor assim, a humanidade não precisa de mais essa desgraça.

Explica-se porque eu mal lembrava do tal episódio…levando-se em conta o atraso com que essas coisas chegavam ao Brasil, imagino que deva ter passado aqui em 1980. Eu devia ter 8 anos de idade. Não lembro de muita coisa desse período…

Pelo menos agora sei que aconteceu mesmo! E o filme era meio nada a ver mesmo, mas eu gostei na época!

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