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	<title>feira moderna · mauro pinheiro</title>
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	<description>Site de Mauro Pinheiro, designer e professor do Departamento de Desenho Industrial da Universidade Federal do Espírito Santo. Aqui você vai encontrar artigos, projetos, e pensamentos esparsos.</description>
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		<title>QR Code nas calçadas do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 23:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[computação ubíqua // pervasiva]]></category>
		<category><![CDATA[design da informação]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[sinalização]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos da Prefeitura do Rio de Janeiro instalou 2 QR codes no bairro do Arpoador, na Zona Sul da cidade. A curiosidade é que os QR codes foram inscritos nas tradicionais calçadas de pedras portuguesas. Quem tiver um telefone celular com um programa para leitura de QR Codes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos da Prefeitura do Rio de Janeiro instalou 2 QR codes no bairro do Arpoador, na Zona Sul da cidade. A curiosidade é que os QR codes foram inscritos nas tradicionais calçadas de pedras portuguesas.</p>
<p><a href="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/QR-Code-Calcadao.jpg"><img src="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/QR-Code-Calcadao-300x199.jpg" alt="" title="QR-Code-Calcadao" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-362" /></a></p>
<p>Quem tiver um telefone celular com um programa para leitura de QR Codes poderá usar os signos gravados nas calçadas como porta de entrada para informações armazenadas na Internet.</p>
<p>O problema de usar o chão como &#8216;suporte&#8217; é que ele está sujeito a modificações, seja pela falta de manutenção ou por mero uso.</p>
<p>Com menos de uma semana de uso, a combinação do vento forte com a areia da praia tornou temporariamente o QR Code ilegível:</p>
<p><a href="http://tecnologia.terra.com.br/hardware-e-software/terra-e-areia-impedem-leitura-de-qr-code-em-calcada-no-rio,9a424fc63c77c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html"><br />
<blockquote>&#8220;Terra e areia impedem leitura de QR Code em calçada do Rio&#8221;</a><br />
<a href="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/rjqrcodearpoadormauropimentelter.jpg"><img src="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/rjqrcodearpoadormauropimentelter-300x224.jpg" alt="QR Code na calçada do Arpoador, coberto de areia" title="rjqrcodearpoadormauropimentelter" width="300" height="224" class="size-medium wp-image-363" /></a><br /><small>Foto: Mauro Pimentel / Terra</small></p></blockquote>
<p>O pior mesmo vai ser quando precisarem fazer alguma obra. No Rio são muitos os serviços que usam o subsolo. Luz, água, telefone, gás, TV a cabo&#8230;são redes e redes se cruzando sob a terra. Não é raro ser necessário fazer reparos, e as calçadas são esburacadas a vontade. Na hora de fechar o buraco e repor o piso, a falta de cuidado de nossa mão-de-obra sem qualquer formação é evidente, <a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/04/confira-o-ranking-das-cidades-com-melhores-e-piores-calcadas-do-brasil.html">e as calçadas da cidade maravilhosa ocupam a segunda posição entre as piores de todo o país (veja matéria do Jornal Nacional).</a> Basta ver como um dos ícones visuais da cidade, o calçadão de Copacabana, está completamente desfigurado em alguns trechos.</p>
<p>Vamos ver quanto tempo vai durar o QR Code.</p>
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		<title>MyMagic+ MagicBand (Disney e RFID)</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2013/01/10/mymagic-magicband-disney-e-rfid/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 16:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[computação ubíqua // pervasiva]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 7 de janeiro de 2013, o Blog da DisneyParks deu uma pequena mostra do que pretendem fazer neste ano. Usando diferentes canais de acesso (aplicativo para celular e sua versão web, além de uma pulseira de identificação por radiofrequência), os visitantes podem de antemão planejar toda a sua estadia nos parques temáticos e agilizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 7 de janeiro de 2013, o <a href="http://disneyparks.disney.go.com/blog/2013/01/taking-the-disney-guest-experience-to-the-next-level/">Blog da DisneyParks</a> deu uma pequena mostra do que pretendem fazer neste ano. Usando diferentes canais de acesso (aplicativo para celular e sua versão web, além de uma pulseira de identificação por radiofrequência), os visitantes podem de antemão planejar toda a sua estadia nos parques temáticos e agilizar os processos de identificação e compra de produtos dentro do parque. É possível agendar desde os passeios nos brinquedos até efetuar reservas para jantar. Isso garantirá, por exemplo, que um grupo fique junto durante toda sua estadia no parque, sem risco de alguém ficar de fora porque lotou algum brinquedo.</p>
<p>O projeto se chama MyMagic+. Um dos pontos polêmicos é justamente a pulseira de identificação que usa a tecnologia RFID &#8212; a MagicBand. Com ela os visitantes podem ser identificados em cada atração, realizar pagamentos, abrir a porta dos seus alojamentos (funcionando como uma chave eletrônica).</p>
<blockquote><p>
<a href="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/disney_magicBand_2.jpg"><img title="disney_magicBand_2" src="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/disney_magicBand_2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><img title="disney_magicBand" src="http://ubicomp.feiramoderna.net/wp-content/uploads/2013/01/disney_magicBand-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></p>
<p>Linking the entire MyMagic+ experience together is an innovative piece of technology we developed called the MagicBand. Worn on the wrist, it will serve as a guest’s room key, theme park ticket, access to FastPass+ selections, PhotoPass card and optional payment account all rolled into one. We’ve began testing certain aspects of MyMagic+ in Florida last month and the early reactions we’ve gotten have been fantastic.</p></blockquote>
<p>A polêmica em torno disso é antiga (apesar de <a href="http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/01/nova-pulseira-de-parques-da-disney-levanta-polemica-sobre-privacidade.html">alardeada como novidade pela mídia</a>). Ao mesmo tempo que a tecnologia promove praticidade e fluidez na experiência do visitante, o sistema permite que todos os seus passos sejam monitorados &#8212; desde as atrações que foram usadas, o horário e número de vezes em cada brinquedo, até os produtos que consumiu no parque. A segurança também é um tema recorrente: você confiaria seu número de cartão de crédito a um sistema semelhante*?</p>
<p>Nada de novo nisso: até hoje há quem veja com desconfiança políticas de privacidade de empresas como Google, que podem monitorar muito mais coisas da vida dos usuários de seus produtos</p>
<p>É uma troca: praticidade e conforto X privacidade e segurança. Essa polêmica é velha, mas nem por isso deixa de ser importante.</p>
<p>Leia mais no blog da Disney: <a title="Pulseira RFID Disney" href="http://disneyparks.disney.go.com/blog/2013/01/taking-the-disney-guest-experience-to-the-next-level/">Taking the Disney Guest Experience to the Next Level</a>.</p>
<p>* Convém frisar que o sistema da Disney não necessariamente armazena dados de cartão de crédito. Ele apenas permite fazer pagamentos dentro do parque. O usuário pode simplesmente ter &#8220;créditos&#8221; armazenados no sistema, que são debitados durante o uso. </p>
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		<title>VixBus: informação em tempo-real sobre horários de ônibus em Vitória</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2012/10/19/vixbus-informacao-em-tempo-real-sobre-horarios-de-onibus-em-vitoria/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2012 16:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[anais de congressos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso P&D Design]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo propõe a utilização do Twitter para informar os horários de chegada dos ônibus aos pontos na cidade de Vitória (ES), valendo-se do sistema GPS instalado na frota municipal e dos dados do sistema online "Ponto Vitória". Descreve o cenário em que se insere o problema, considerando o uso do Twitter por diversas entidades, bem como soluções encontradas em outras cidades. A partir da análise do contexto de Vitória, apresenta o projeto do sistema VixBus, detalhando sua viabilidade tecnológica, dinâmica de utilização, construção da versão experimental e, por fim, futuros desdobramentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Resumo</h3>
<p>O artigo propõe a utilização do Twitter para informar os horários de chegada dos ônibus aos pontos na cidade de Vitória (ES), valendo-se do sistema GPS instalado na frota municipal e dos dados do sistema online &#8220;Ponto Vitória&#8221;. Descreve o cenário em que se insere o problema, considerando o uso do Twitter por diversas entidades, bem como soluções encontradas em outras cidades. A partir da análise do contexto de Vitória, apresenta o projeto do sistema VixBus, detalhando sua viabilidade tecnológica, dinâmica de utilização, construção da versão experimental e, por fim, futuros desdobramentos.</p>
<p><small>Palavras Chave: Twitter; transporte público; mobilidade.</small></p>
<h3><em>Abstract</em></h3>
<p><em>In this article we propose a real-time information system about bus timetables in Vitoria, using Twitter as a platform. After examining current solutions from various cities for the same problem, and analyzing Vitoria’s scenario, we developed VixBus. Using Twitter, the citizen can receive the precise information about the next buses to arrive on a bus stop, based on the GPS system currently present in the entire bus fleet.</em></p>
<p><small>Keywords: Twitter; public transport; mobility.</small></p>
<h3>Introdução</h3>
<p>Na cidade de Vitória o único meio de transporte público coletivo são os ônibus. Cerca de 120 mil pessoas, em um universo de 330 mil habitantes, utilizam o Sistema de Transporte Coletivo Municipal de Vitória por dia [1]. A Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas &#8211; Setop propõe ainda a utilização do modelo BRT (sigla em inglês para Transporte Rápido por Ônibus), reforçando o uso do ônibus como solução para a mobilidade na cidade [2].</p>
<p>Dada a importância dos ônibus em Vitória, o projeto VixBus visa solucionar um problema cotidiano: saber quais os horários dos ônibus para o ponto desejado, especificamente para quem se encontra em trânsito.</p>
<h3>O sistema &#8220;Ponto Vitória&#8221;</h3>
<p>Desde 2009 os ônibus em Vitória contam com o sistema GPS [3], através do qual é possível mapear sua localização em tempo real (SETOP-PMV, 2010). Além do GPS, as paradas de ônibus são identificadas por números. Desde 2010, a Prefeitura Municipal de Vitória &#8211; PMV oferece um sistema on-line de consulta com todos os pontos mapeados e seus devidos códigos, o Ponto Vitória [4].</p>
<p>Até o momento o sistema não possui versões para tablets ou telefones celulares, desfavorecendo quem está em trânsito, na rua. A população tem criado versões para dispositivos móveis, como acontece nos sistemas No Ponto [5] e Meu Busão [6]. Essas iniciativas ocorrem a despeito da PMV não fornecer abertamente os dados do sistema.<br />
As propostas existentes, contudo, são restritas a smartphones, tendo portanto um alcance limitado. Propomos a utilização do Twitter [7] como meio alternativo de acesso às informações sobre o horário dos ônibus.</p>
<h3>Twitter e serviço público</h3>
<p>As redes online de interação social representam um campo fértil para a disseminação de informação, sendo utilizadas por 1,1 bilhão de pessoas, 81,4% dos usuários de internet no mundo. No Brasil, 90,8% da população online, cerca de 43,9 milhões de usuários, está conectada a alguma rede social (COMSCORE, 2011).</p>
<p>Dentre estas redes, o Twitter apresenta características singulares e um ambiente externo favorável a sua utilização por um grande número de pessoas. Lúcia Santaella (2010) explicita algumas destas características:</p>
<blockquote><p>[O twitter é] uma mídia social que, unindo a mobilidade de acesso à temporalidade always on das RSIs 3.0, possibilita o entrelaçamento de fluxos informacionais e o design colaborativo de idéias em tempo real, modificando e acelerando os processos globais da mente coletiva. (&#8230;) o Twitter serve como um meio multidirecional de captação de informações personalizadas (&#8230;) (SANTAELLA, 2010)</p></blockquote>
<p>O serviço público já utiliza o Twitter em benefício da população. Órgãos como o Corpo de Bombeiros de São Paulo [8], a Defesa Civil de Santa Catarina [9], o Superior Tribunal Federal [10] e a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro [11] utilizam o sistema para manter a população informada sobre acidentes, concursos públicos e previsão do tempo, por exemplo.</p>
<p>Cumpre destacar dados de 2010 que apontam um fraco uso da Internet em celulares na Região Sudeste, sendo o acesso móvel mais disseminado nas famílias com renda familiar acima de 5 salários mínimos (CETIC, 2010). No entanto, há iniciativas de companhias de telefonia no Brasil que indicam uma democratização da Internet móvel: a Vivo ofereceu, em 2010, um plano para acesso a redes sociais [12]; a TIM foi a primeira a oferecer acesso à Internet móvel por R$ 0,50 por dia [13], e os clientes da TIM, Claro e Vivo têm possibilidade de usar o Twitter através de SMS [14]. O Brasil, de acordo com Santaella (2010), é responsável por 8,8% dos usuários do Twitter e fica em segundo lugar na lista de maiores utilizadores, atrás somente dos EUA.</p>
<p>Diante do exposto, a plataforma do Twitter apresentou-se como uma solução viável ao problema apresentado.</p>
<h3>Levantamento de dados</h3>
<p>Foram observados serviços similares em outros países, listados a seguir:</p>
<ul>
<li>Bus Tracker [15]: Chicago. Localização dos ônibus com consulta de horários via web, celular, ligação telefônica e SMS</li>
<li>OneBusAway [16]: Seattle. Localização dos ônibus e trens da cidade, via web, celular, ligação telefônica e SMS.</li>
<li>My Bus Tracker [17]: Edimburgo. Localização dos ônibus, com versão web e mobile.</li>
<li>Countdown [18]: Londres. Informa o tempo de chegada dos ônibus aos pontos, com painéis luminosos no ponto, via web ou SMS. A partir dos dados do Countdown foi lançado o @whenismybus [19], aplicativo que identifica, através da geolocalização do Twitter, qual o ponto de ônibus mais próximo do usuário, retornando os próximos horários.</li>
</ul>
<p>Percebe-se pontos em comum nestes sistemas: versão mobile além da versão web; utilização de informações a partir do GPS nos ônibus; uso de dados fornecidos pelo governo para criar novos aplicativos; uso de SMS como forma de consulta, e em alguns casos, utilização do GoogleMaps para visualização de dados em tempo real.</p>
<h3>O sistema VixBus</h3>
<p>Diante das perspectivas apresentadas, propomos uma solução que:</p>
<ol>
<li>Facilite o acesso por celular à informação geolocalizada de horários de ônibus;</li>
<li>Utilize o Twitter, plataforma disponível inclusive para quem não possui plano específico de Internet móvel.</li>
</ol>
<h4>Disponibilidade tecnológica</h4>
<p>Atualmente, o sistema oferecido pela Prefeitura de Vitória não fornece os dados abertamente para uso de terceiros. Para desenvolvermos esta proposta foi necessário interceptar os dados de rastreamento em tempo real para utilizá-los em nossa implementação.</p>
<h4>Dinâmica de utilização</h4>
<p>A proposta do VixBus é agregar: uma rede social de grande alcance, o Twitter; horários de ônibus geolocalizados; acesso móvel; Internet de baixo custo.<br />
Assim o projeto permite que com um tweet o usuário possa saber quais ônibus passam no ponto onde ele está e em que horário chegarão ali. O funcionamento se dá conforme o diagrama a seguir:</p>
<p><img src="http://feiramoderna.net/img/artigos/pd2012_01.jpg" alt="figura 1"><br />
<small>Figura 1: dinâmica de funcionamento do sistema VixBus</small></p>
<h3>Versão experimental</h3>
<p>Uma versão experimental foi elaborada e está disponível a qualquer pessoa, mediante envio de tweet conforme exemplo abaixo:</p>
<p><img src="http://feiramoderna.net/img/artigos/pd2012_02.jpg" alt="figura 2"><br />
<small>Figura 2: À esquerda, captura da tela com o tweet solicitando o horário do ponto 8047. À direita, a resposta do VixBus.</small></p>
<p>Nesta versão, o usuário informa o ponto em que se encontra e o sistema indica os próximos ônibus e seu tempo de chegada. Com esta prova de conceito percebe-se a viabilidade do sistema.</p>
<h3>Alternativas e projeto futuro</h3>
<p>A atual versão do VixBus é um teste de conceito para uma iniciativa que pretende:</p>
<ol>
<li>Utilizar geolocalização para identificar o ponto mais próximo do usuário, indicando quais ônibus passam por ali e suas previsões de chegada;</li>
<li>Gravar pontos preferidos, criando, assim, um cadastro pessoal de pontos;</li>
<li>Informar os ônibus que passam em um determinado destino; </li>
<li>Apresentar os dados no próprio ponto de ônibus, dispensando o uso de qualquer dispositivo móvel.</li>
</ol>
<h3>Considerações finais</h3>
<p>Segundo Shannon e Weaver (apud WURMAN, 1991, p.43) informação é tudo aquilo que reduz a incerteza. Com este projeto esperamos facilitar o acesso à informação existente e, a partir disso, ajudar a reduzir incertezas. Esperamos também mostrar que o conhecimento gerado através do acesso livre a dados públicos pode melhorar a qualidade de vida nas cidades e a relação entre poder público e sociedade, além de incentivar a realização de projetos da mesma natureza.</p>
<p>Temos consciência de algumas limitações que a proposta atual apresenta: o uso da internet móvel não abarca toda a população usuária dos ônibus em Vitória, que poderia se beneficiar da informação que tratamos aqui. Além disso, um tweet com texto não é a maneira mais amigável para o usuário visualizar os dados que necessita rapidamente. Entretanto, acreditamos que a viabilidade da proposta apresentada favorece futuros desdobramentos.</p>
<p>Finalmente, com este artigo procuramos mostrar como o design pode prover informação à população, especialmente em relação a dados governamentais que deveriam beneficiar os cidadãos. Diante das iniciativas ainda modestas por parte do governo, a sociedade civil busca meios para usar as informações públicas. Nesse sentido, a prática de manter informações em caráter “fechado” deve ser revista, para que possamos utilizar os dados públicos para desenvolver soluções inovadoras. </p>
<h3>Notas</h3>
<p>1.	Fonte: PMV &#8211; http://goo.gl/Vya37<br />
2.	Fonte: Fórum de Mobilidade Urbana &#8211; http://goo.gl/XLZL4<br />
3.	Global Positioning System, ou sistema de posicionamento global. Tem como função básica identificar a localização de um receptor captando os sinais emitidos por seus satélites na superfície da terra.<br />
4.	Disponível em: http://goo.gl/unphV<br />
5.	Disponível em: http://goo.gl/ubWa6<br />
6.	Disponível em: http://goo.gl/AR0Z9<br />
7.	Twitter é uma rede social que permite o envio e leitura de mensagens pessoais de seus usuários. As mensagens, conhecidas como tweets, têm até 140 caracteres e podem ser enviadas ou lidas através da web, por SMS ou por softwares específicos instalados em celulares ou tablets.<br />
8.	Disponível em: https://twitter.com/BombeirosPMESP/<br />
9.	Disponível em: http://twitter.com/defesacivilsc<br />
10.	Disponível em: http://twitter.com/STF_oficial<br />
11.	Disponível em: http://twitter.com/SegurancaRJ<br />
12.	Fonte: IDG NOW &#8211; http://goo.gl/DMEiM<br />
13.	Fonte: Gizmodo &#8211; http://goo.gl/jzvRd<br />
14.	Fonte: IDG NOW &#8211; http://goo.gl/hW8H8<br />
15.	Disponível em: http://goo.gl/JyE6k<br />
16.	Disponível em: http://goo.gl/2ubZr<br />
17.	Disponível em: http://goo.gl/7roaL<br />
18.	Disponível em: http://goo.gl/9WIjA<br />
19.	Disponível em: http://goo.gl/v9yFY</p>
<h3>Referências</h3>
<p>SANTAELLA, Lucia. Redes sociais digitais: a cognição conectiva do Twitter. São Paulo: Paulus, 2010. </p>
<p>CENTRO DE ESTUDOS SOBRE AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO &#8211; CETIC. TIC Domicílios e usuários 2010. Área urbana: Acesso sem fio (uso do celular). Disponível em: <http://goo.gl/xtPcq>. Acesso em 25/10/2011</p>
<p>COMSCORE. A Ascensão das Redes Sociais na América Latina. Disponível em <http://goo.gl/S067L>. Acesso em 26/02/2012</p>
<p>SETOP-PMV. Frota Municipal é monitorada por tecnologia GPS. Atualizado em: 13 out. 2010. Disponível em: <http://goo.gl/XKkUL>. Acesso em 02/11/2011</p>
<p>_____. Ponto Vitória: saiba a que horas o ônibus passa. Disponível em: <http://goo.gl/0AyQE>. Atualizado em: 15 mar 2012. Acesso em 02/11/2011</p>
<p>WURMAN, Richard. Ansiedade de informação. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1991.</p>
<h3>Referência para este artigo</h3>
<p>ACCIOLY, Marcos Vinicius Forreque; SCHMIDT, Marianna; PINHEIRO, Mauro. VixBus: informação em tempo-real sobre horários de ônibus em Vitória. In: Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design P&#038;D Design 2012, 10., 2012, São Luis; <em>Anais</em>&#8230;CD-ROM. São Luis, MA, 2012.</p>
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		<title>Enfim, doutor</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[computação ubíqua // pervasiva]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia 19 de agosto, finalmente, ocorreu minha defesa de tese de doutorado. O rito de passagem após um processo de longos e solitários 4 anos e ½. As críticas da banca foram muito apropriadas e construtivas. Apontaram pontos fracos da tese, que eram justamente os que eu considerava os mais frágeis do trabalho. Mas foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 19 de agosto, finalmente, ocorreu minha defesa de tese de doutorado. O rito de passagem após um processo de longos e solitários 4 anos e ½. As críticas da banca foram muito apropriadas e construtivas. Apontaram pontos fracos da tese, que eram justamente os que eu considerava os mais frágeis do trabalho. Mas foram muito generosos comigo e sequer solicitaram que fizesse alterações.</p>
<p><img src="http://feiramoderna.net/img/blog/pre-banca.jpg" width=580><br />
<small>concentrado, minutos antes de começar a defesa</small></p>
<p>A banca foi composta pelos professores doutores Luciano Meira (psicologia cognitiva, UFPE), Rogério Camara (design, UnB), Denise Filippo (informática, Esdi/UERJ), Jorge Lopes (design, PUC-Rio e INT), Nilton Gamba Jr. (design, PUC-Rio) e minha orientadora Rejane Spitz (design, PUC-Rio).</p>
<p><img src="http://feiramoderna.net/img/blog/banca-tese.jpg" width=580><br />
<small>Da esquerda para a direita: Rogério Camara, Denise Filippo, eu, Luciano Meira, Nilton Gamba Jr. e Rejane Spitz. Jorge Lopes teve que sair correndo logo após o encerramento dos trabalhos.</small></p>
<p>Na seção &#8216;palestras&#8217; aqui da Feira coloquei o <a href="http://www.feiramoderna.net/2011/08/19/design-de-interacao-e-computacao-pervasiva-um-estudo-sobre-mecanismos-atencionais-e-sistemas-de-informacao-ambiente/">material apresentado durante a defesa</a>.</p>
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		<title>Design de interação e computação pervasiva: um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2011/08/19/design-de-interacao-e-computacao-pervasiva-tese/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 17:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[calm technology]]></category>
		<category><![CDATA[computação ubíqua // pervasiva]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Design da PUC-Rio como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Design. Investiga os diferentes mecanismos atencionais envolvidos na utilização de sistemas de informação ambiente. Para tanto, conceitua e delimita a “computação pervasiva” – a partir da qual componentes computadorizados passam a compor o ambiente e os objetos do cotidiano –, e discute as conseqüências do uso desta tecnologia, no que se refere aos impactos sociais, implicações ambientais, questões de segurança e privacidade, destacando o papel do design nessa problemática. Apresenta a evolução do design de interação, explicitando sua relação com o projeto de mídias interativas. Propõe ampliar o campo de atuação do design de interação, considerando que a tela do computador deixou de ser a principal interface com o ambiente digital, e que o projeto da interação no contexto da computação pervasiva exige uma abordagem sistêmica. Apresenta o conceito de tecnologia sem estresse (calm technology), de Weiser e Brown (1996), e aprofunda a discussão iniciada por estes autores sobre a necessidade de se projetar sistemas de informação que atuem na periferia de nossa atenção, com base nos estudos da Psicologia Cognitiva sobre mecanismos atencionais. Destaca os sistemas de informação ambiente como aqueles que mais se apropriam da idéia de apresentar informações sem exigir o foco de nossa atenção. Analisa doze sistemas de informação ambiente, investigando o modo como envolvem os mecanismos atencionais. Conclui que a definição original de Weiser e Brown (1996) não é suficiente para descrever a miríade de processos envolvidos com a captação da atenção, e aponta linhas mestras para o design de sistemas de informação ambiente, de maneira a considerar a dinâmica entre os diferentes mecanismos atencionais, o contexto de uso, o grau de engajamento do usuário, a influência da memória e a capacidade de habituação aos sistemas de informação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Design da PUC-Rio como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Design.</p>
<h3>Resumo</h3>
<p>A tese investiga os diferentes mecanismos atencionais envolvidos na utilização de sistemas de informação ambiente. Para tanto, conceitua e delimita a “computação pervasiva” – a partir da qual componentes computadorizados passam a compor o ambiente e os objetos do cotidiano –, e discute as conseqüências do uso desta tecnologia, no que se refere aos impactos sociais, implicações ambientais, questões de segurança e privacidade, destacando o papel do design nessa problemática. Apresenta a evolução do design de interação, explicitando sua relação com o projeto de mídias interativas. Propõe ampliar o campo de atuação do design de interação, considerando que a tela do computador deixou de ser a principal interface com o ambiente digital, e que o projeto da interação no contexto da computação pervasiva exige uma abordagem sistêmica. Apresenta o conceito de tecnologia sem estresse (calm technology), de Weiser e Brown (1996), e aprofunda a discussão iniciada por estes autores sobre a necessidade de se projetar sistemas de informação que atuem na periferia de nossa atenção, com base nos estudos da Psicologia Cognitiva sobre mecanismos atencionais. Destaca os sistemas de informação ambiente como aqueles que mais se apropriam da idéia de apresentar informações sem exigir o foco de nossa atenção. Analisa doze sistemas de informação ambiente, investigando o modo como envolvem os mecanismos atencionais. Conclui que a definição original de Weiser e Brown (1996) não é suficiente para descrever a miríade de processos envolvidos com a captação da atenção, e aponta linhas mestras para o design de sistemas de informação ambiente, de maneira a considerar a dinâmica entre os diferentes mecanismos atencionais, o contexto de uso, o grau de engajamento do usuário, a influência da memória e a capacidade de habituação aos sistemas de informação.</p>
<h3>Abstract</h3>
<p>This thesis investigates the different attentional mechanisms involved when using ambient information systems. To that end, it defines and delimits &#8220;pervasive computing&#8221; – when computational resources are embedded into the environment and in everyday objects – and discusses the consequences of this technology, regarding the social impacts, environmental implications, security and privacy issues, highlighting the role of design on this matter. It presents the evolution of interaction design, emphasizing its relationship with the design of interactive media. It proposes to broaden the interaction design field, considering that the computer screen is no longer the primary interface with the digital environment, and that interaction design requires a systemic approach in the context of pervasive computing. It introduces Weiser and Brown&#8217;s (1996) concept of calm technology, and deepens the discussion initiated by these authors about the need for designing information systems that act on the periphery of our attention, based on Cognitive psychology studies about attentional mechanisms. It highlights ambient information systems as those which have more properly embraced the idea of presenting information without requiring the focus of our attention. It analyzes twelve ambient information systems, investigating how the attentional mechanisms are involved in their usage. It concludes that Weiser and Brown&#8217;s (1996) original concept is not sufficient to describe the myriad of processes involved with our attention, and outlines guidelines for the design of ambient information systems, in order to consider the dynamics between different attentional mechanisms, the context of use, the degree of user engagement, the influence of memory and the ability to habituate to information systems.</p>
<hr />
<h4>Download dos capítulos (PDF):</h4>
<ul>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_0_Pretextual.pdf">Elementos Pré-textuais</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_1.pdf">Capítulo 1: Introdução</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_2.pdf">Capítulo 2: Ubiqüidade computacional</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_3.pdf">Capítulo 3: A revolução informacional e o design de interação</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_4.pdf">Capítulo 4: Tecnologia sem estresse (calm technology)</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_5.pdf">Capítulo 5: Sistemas de informação ambiente</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_6.pdf">Capítulo 6: Considerações finais</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_cap_7_Postextual.pdf">Referências</a></li>
<li><a href="http://feiramoderna.net/download/tese/MauroPinheiro_Tese_2011_COMPLETA.pdf">Tese completa, em um único arquivo (~56Mb)</a></li>
</ul>
<hr />
<h4>Referência para este artigo:</h4>
<p>Rodrigues, Mauro Pinheiro; Spitz, Rejane (Orientadora). <strong>Design de interação e computação pervasiva: um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente.</strong> Rio de Janeiro, 2011. 212p. Tese de Doutorado – Departamento de Artes e Design, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Design de interação e computação pervasiva: um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2011/08/19/defesa-tese/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 17:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[computação ubíqua // pervasiva]]></category>
		<category><![CDATA[design da informação]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação feita durante a minha defesa de tese de doutorado, no Programa de Pós-Graduação em Design da PUC-Rio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8930375" width="580" height="471" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Saúde alimentar em ícones</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2011/07/11/saude-alimentar-em-icones/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 00:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[design da informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O supermercado Hortifrutti tem um histórico de tentar informar aos seus clientes os benefícios do consumo de hortaliças e frutas. Há algum tempo lançaram folhetos com informações sobre os alimentos. Cada fruta ou verdura tinha um folheto com dados nutricionais, usos medicinais, crendices etc. A idéia era que os clientes levassem e colecionassem os folhetos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O supermercado Hortifrutti tem um histórico de tentar informar aos seus clientes os benefícios do consumo de hortaliças e frutas. Há algum tempo lançaram folhetos com informações sobre os alimentos. Cada fruta ou verdura tinha um folheto com dados nutricionais, usos medicinais, crendices etc. A idéia era que os clientes levassem e colecionassem os folhetos, formando uma pequena enciclopédia com informações relativas à saúde alimentar. O único &#8220;porém&#8221; é que os folhetos não estavam acessíveis no mesmo lugar que as hortaliças e frutas (ficavam no caixa), e estavam sempre mudando (não era possível ver todas as fichas ao mesmo tempo). Na hora de comprar, como saber qual o benefício de cada alimento? Só mesmo aprendendo e confiando na memória.</p>
<p>Essa semana vi uma nova experiência bem interessante no mesmo Hortifrutti (na loja Dias da Rocha, em Copacabana, mas acredito que tenha sido implantado em todas as lojas). Os carrinhos de supermercado agora vêm equipados com uma tabelinha com diversos ícones. E nas gôndolas, cada fruta ou hortaliça apresenta um conjunto de informações, também em forma de ícones. A idéia parece ser informar de maneira bem sintética os benefícios do consumo de cada alimento disponível na loja.</p>
<p><a href="http://feiramoderna.net/img/blog/hortifruti-infografia01.jpg"><img src="http://feiramoderna.net/img/blog/hortifruti-infografia01.jpg" border="0" width="500"></a><br />
<small>Família completa de ícones criada para o Hortifrutti, para identificar os benefícios dos alimentos à saúde. A tabelinha fica presa nos carrinhos do supermercado.</small></p>
<p><a href="http://feiramoderna.net/img/blog/hortifruti-infografia02.jpg"><img src="http://feiramoderna.net/img/blog/hortifruti-infografia02.jpg" border="0" width="300"></a><br />
<small>Nas gôndolas, cada fruta ou hortaliça recebe uma ficha com os ícones que representam os benefícios trazidos pelo consumo daquele alimento. A dificuldade é associar corretamente os ícones aos seus significados. Só mesmo com o guia, sabiamente colocado no carrinho.</small></p>
<p>A idéia é muito simpática. A realização nem tanto. É muita informação pra ser comunicada com ícones. Até o sujeito aprender o &#8220;alfabeto&#8221; todo, deve demorar um bom tempo (se é que se aprende). E alguns ícones são muito difíceis de identificar. Por exemplo, a diferença entre o ícone relativo à prevenção do câncer e o relativo à redução de triglicerídeos é muito sutil. Pra complicar, ainda tem um conjunto de variações cromáticas, que até agora não entendi porque não foi resolvido da mesma forma (com ícones, ao invés de cores &#8212; pobres daltônicos!).</p>
<p>Além da questão do design da informação, há ainda um probleminha quanto ao design de produto &#8211; o suporte do guia que fica no carrinho não parece muito bem adequada ao espaço, a solução atual ainda precisa de algum trabalho.</p>
<p>De qualquer maneira, é um exemplo interessantíssimo de design de informação aplicado em uma situação tão corriqueira quanto fazer compras no supermercado. E é também uma preocupação louvável do Hortifrutti em esclarecer os seus clientes sobre os benefícios de uma alimentação baseada em hortaliças e frutas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Design de Interação e Computação Pervasiva</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2011/07/03/design-de-interacao-e-computacao-pervasiva/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 23:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[computação ubíqua // pervasiva]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou preparando uma disciplina para o semestre que vem (2011.2), na UFES. Vou tratar de Design de Interação e Computação Pervasiva, assuntos que discuti na minha tese de doutorado (a ser defendida em Agosto!). Cartazete que fiz para anunciar a disciplina na UFES. Veja uma versão do cartaz evidenciando o seu grid, no meu Flickr. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou preparando uma disciplina para o semestre que vem (2011.2), na UFES. Vou tratar de Design de Interação e Computação Pervasiva, assuntos que discuti na minha tese de doutorado (a ser defendida em Agosto!).</p>
<p><a href="http://feiramoderna.net/img/blog/thumb_cartaz2011.png"><img src="http://feiramoderna.net/img/blog/thumb_cartaz2011.png" width="400" alt="cartaz - clique para ampliar" border="0"></a><br />
<small>Cartazete que fiz para anunciar a disciplina na UFES. Veja uma <a href="http://www.flickr.com/photos/feiramoderna/5893752663/">versão do cartaz evidenciando o seu grid</a>, no meu Flickr.</small></p>
<p>A proposta é incluir essa disciplina como uma optativa do curso, mas por enquanto será ofertada como um tema dentro da disciplina optativa Tópicos Especiais em Design. A desvantagem de oferecer essa disciplina como &#8216;Tópicos Especiais&#8217; é que no histórico dos alunos não há como saber qual o assunto da disciplina &#8211; a ementa da disciplina &#8216;Tópicos Especiais&#8217; é genérica, independente do que seja tratado. Mas essa foi a maneira encontrada para poder oferecer esse tema já no próximo semestre. No futuro, a disciplina deverá ser incorporada à grade, com código, ementa e programa próprios. Assim os alunos poderão ter o registro correto no seu histórico escolar.</p>
<p>Essa vai ser a minha primeira experiência na UFES com esse tema. O formato ainda não está claro, quero ver a resposta da turma ao longo do semestre pra definir a melhor abordagem em sala de aula.</p>
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		<title>3 em 1: Blogs e Publicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 21:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[World Wide Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última quarta-feira (25 de maio) participei do projeto 3 em 1, organizado por alunos do curso de Comunicação Social da UFES. Segundo o site do projeto, o objetivo é &#8220;aproximar os estudantes e professores do curso de Comunicação Social à realidade mercadológica.&#8221; Para isso, 3 profissionais são convidados a apresentarem pequenas palestras sobre temas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quarta-feira (25 de maio) participei do <a href="http://www.projeto3em1.com.br/">projeto 3 em 1</a>, organizado por alunos do curso de Comunicação Social da UFES. Segundo o site do projeto, o objetivo é &#8220;aproximar os estudantes e professores do curso de Comunicação Social à realidade mercadológica.&#8221; Para isso, 3 profissionais são convidados a apresentarem pequenas palestras sobre temas relacionados à publicidade, ao que se segue um debate/mesa redonda com os palestrantes e a plateia.</p>
<p><img src="http://feiramoderna.net/img/blog/3em1.jpg" width="595" alt="foto dos palestrantes"><br />
<small>Da esquerda para direita, os convidados: Celso Hora, Mauro Pinheiro (eu!) e Ivo Neuman</small></p>
<p>Achei o evento bem animado, bem organizado, com uma platéia lotada e participante. De minha parte, não pude preparar muita coisa, envolvido com a finalização da tese. E tenho pouco a dizer sobre a publicidade, campo com o qual nunca tive qualquer contato ou afinidade. Mas procurei falar sobre minha experiência anterior com blogs, como usuário, como criador, lembrando ainda dos projetos que tocamos na época da Globo.com. Espero que tenha sido de algum interesse pra platéia!</p>
<p>Devo dizer que aprendi com os colegas. Ando afastado dos bastidores da web, foi interessante ouvir o Ivo Neuman, um &#8220;blogueiro&#8221;  que dedica-se a fazer do seu blog uma fonte de renda e o Celso Hora, da área de planejamento de estratégia digital da agência de publicidade 4Ps.</p>
<p>Agradeço ao pessoal do 3em1 pelo convite. :-)</p>
<p>Vejam fotos do evento <a href="http://www.flickr.com/photos/projeto3em1/sets/72157626819323214/with/5765789734/">no Flickr do Projeto 3 em 1.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projeto 3 em 1: Blogs e Publicidade</title>
		<link>http://www.feiramoderna.net/2011/05/25/projeto-3-em-1-blogs-e-publicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 22:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[World Wide Web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.feiramoderna.net/?p=1501</guid>
		<description><![CDATA[Apresentação feita durante a edição "Blogs e Publicidade", do Projeto 3 em 1, evento mensal organizado pelos alunos do curso de comunicação da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8189306" width="580" height="471" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Apresentação feita durante a edição &#8220;Blogs e Publicidade&#8221;, do Projeto 3 em 1, evento mensal organizado pelos alunos do curso de comunicação da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Os convidados dessa noite foram: Celso Hora, da área de planejamento da Agência 4Ps; Ivo Neuman, responsável pelo blog Treta; Mauro Pinheiro, professor do departamento de Desenho Industrial da UFES.</p>
<p>Mais informações no <a href="http://www.projeto3em1.com.br/">site do Projeto 3 em 1.</a> Fotos do evento no <a href="http://www.flickr.com/photos/projeto3em1/sets/72157626819323214/">Flickr do Projeto 3 em 1.</a></p>
]]></content:encoded>
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