terça-feira, 4 de março de 2008

Tecnologia à flor da pele

Já comentei anteriormente sobre ubiqüidade e pervasividade computacionais. Em um futuro não muito distante, a tecnologia computacional poderá fazer parte de qualquer objeto, configurando contextos de interação bem diversos do que temos hoje em dia.

A idéia do computador do tipo desktop, um “caixote” em cima da mesa com zilhões de funções, poderá ser algo tão anacrônico quanto os cartões perfurados dos primórdios da computação. Mobilidade, especialização de funções, nanotecnologia, interfaces dinamicamente adaptáveis ao contexto…essas são algumas das vertentes que enxergo no desenvolvimento atual da computação.

Um exemplo disso é o projeto Digital Tattoo Interface, de Jim Mielke, participante do Greener Gadgets Design Competition 2008.

foto do Digital Tattoo Interface
No projeto Digital Tattoo Interface, o celular implantado sob a pele aparece como uma tatuagem, ao ser acionado pelo toque.

Alimentado com energia do próprio corpo – a glicose e oxigênio do sangue são convertidos em energia elétrica por uma célula bioeletrônica – esse implante Bluetooth altera a pigmentação dos pixels sob a pele, exibindo a tela do telefone quando acionado. Pode-se fazer uma video-conferência no próprio braço!

Embora o projeto seja apenas uma proposta, já é viável tecnologicamente.

Como se percebe, a pervasividade computacional é uma realidade cada vez mais próxima.

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